From nv33134@yahoo.com  Sun Dec 19 06:39:07 2004
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Date: Sun, 19 Dec 2004 06:39:06 -0500 (EST)
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From: "Dr. Plinio" <nv33134@yahoo.com>
To: PresenteDeNatal@ns.cnri.reston.va.us
Subject: Um cordial presente de Natal e Ano Novo
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<FONT FACE="Garamond"><P>Caros amigos, <!-- Please, follow the links:
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<P>Lhes enviamos -como um simples, mas cordial presente de Natal e Ano Novo- alguns trechos do artigo "Parai e vede", escrito por Plinio Corr&ecirc;a de Oliveira. Aqueles que desejarem receber por e-mail, gratuitamente, a &iacute;ntegra deste artigo, mais o texto do mesmo autor "A ti, caro ateu", simplesmente cliquem em: </FONT><A HREF="mailto:atualidadebrasileira2004@yahoo.com.br?subject=DrPlinio:DoisTextosGratuitos">DrPlinio:DoisTextosGratuitos</A><FONT FACE="Garamond">.</P>
<P>Um feliz Natal e Ano Novo 2005 lhes deseja, atenciosamente, </P>
<P>Ferreira Passos, Atualidade Brasileira / Rio de Janeiro</P>
</FONT><B><FONT FACE="Garamond" SIZE=6><P ALIGN="CENTER">Parai e vede</P>
</FONT><FONT FACE="Garamond"><P>Sede espiritual de almas exaustas</P>
</B><P>Em torno de mim noto uma sede espiritual mal saciada, um desejo mudo e talvez at&eacute; subconsciente, de reencontrar um pouco da verdadeira alegria do verdadeiro Natal: no olhar de muitos dos conhecidos e desconhecidos com que cruzo pelas ruas, no reflexo dos amigos ao lado dos quais luto e trabalho e dos &iacute;ntimos cuja amizade me tem acompanhado ao longo dos anos que se v&atilde;o.</P>
<P>&Eacute; uma ocasi&atilde;o para lembrar tantas recorda&ccedil;&otilde;es &aacute;ureas, e aplacar a sede de maravilhoso, de doce, de sacrossanto, de que reluz o Natal.</P>
<P>Por alguns instantes, abramo-nos &agrave; luz do Natal, a fim de que se reanimem as nossas almas exaustas e desoladas. Depois, retomaremos com maior coragem o fardo quase insuport&aacute;vel do dia-a-dia.</P>
<B><P>Luz, paz, alento...</P>
</B><P>Morreu o Natal aut&ecirc;ntico? Com um pouco de exagero, poder-se-ia dizer que sim. Morreu na alma metalizada de tantos milh&otilde;es de homens. Morreu at&eacute; em certos presepes. Sim, nos presepes progressistas, que nos exibem a Sagrada Fam&iacute;lia com os tra&ccedil;os e a fisionomia desfigurados pela arte moderna, e at&eacute; com conota&ccedil;&otilde;es que induzem &agrave; revolu&ccedil;&atilde;o social.</P>
<P>Mas, se h&aacute; algum exagero em dizer que o Natal morreu, &eacute; verdade que alguns lampejos de vida ele ainda conserva. Vamos &agrave; procura deles.</P>
<P>Encontr&aacute;-lo-emos antes de tudo - e borbulhantes - no pr&oacute;prio fato de ser dia de Natal. Queiram ou n&atilde;o queiram os homens, a gra&ccedil;a lhes bate &agrave;s portas da alma, mais sublime, mais meiga, mais insistente, nestes dias de Natal. Dir-se-ia que, apesar de tudo, paira nos ares uma luz, uma paz, um alento, uma for&ccedil;a de idealismo e dedica&ccedil;&atilde;o, que &eacute; dif&iacute;cil n&atilde;o perceber.</P>
<P>Deus, ei-Lo exor&aacute;vel e ao nosso alcance, feito homem como n&oacute;s, tendo junto de Si a M&atilde;e perfeita. M&atilde;e dEle mas tamb&eacute;m nossa. Por meio dEla, at&eacute; os piores pecadores tudo podem pedir e esperar. </P>
<B><P>As almas crispadas se distendem</P>
</B><P>Ao contemplar isto, nossas almas crispadas se distendem. Nossos ego&iacute;smos se desarmam. A paz penetra em n&oacute;s e em torno de n&oacute;s. Sentimos que em nosso vizinho algo tamb&eacute;m est&aacute; enobrecido e dulcificado. Florescem os dons de alma. O dom do afeto. O dom do perd&atilde;o. E, como s&iacute;mbolo, a oferta delicada e desinteressada de algum presente.</P>
<P>Para que nada falte, o irm&atilde;o corpo - como dizia S&atilde;o Francisco - tamb&eacute;m tem sua parte na alegria. Feita a ora&ccedil;&atilde;o junto ao presepe, sentam-se todos &agrave; mesma mesa.</P>
<P>Alegria de Natal? Sim. Mas muito mais do que isto. Alegria dos 365 dias do ano, para o cat&oacute;lico verdadeiro. Pois na alma em que, pela gra&ccedil;a, habita o Salvador, esta alegria dura sempre e jamais se apaga. Nem a dor, nem a luta, nem a doen&ccedil;a e nem a morte a eliminam. &Eacute; a alegria da f&eacute; e do sobrenatural.</P>
<B><P>N&atilde;o h&aacute; alegria igual</P>
</B><P>Oh v&oacute;s que andais pelo caminho, parai e vede se h&aacute; uma dor semelhante &agrave; minha, exclamou Isa&iacute;as profeta, antevendo a Paix&atilde;o do Salvador e a compaix&atilde;o de Maria.</P>
<P>Mas ele tamb&eacute;m poderia ter dito, profetizando as alegrias crist&atilde;s perenes e indestrut&iacute;veis que o Natal leva a seu auge: oh v&oacute;s que passais pelo caminho, parai e vede se h&aacute; alegria semelhante &agrave; minha.</P>
<P>-- Oh v&oacute;s que viveis para o ouro, oh v&oacute;s que viveis tolamente para a vangl&oacute;ria, oh v&oacute;s que viveis torpemente para a sensualidade, oh v&oacute;s que viveis diabolicamente para a revolta e para o crime: parai e vede as almas verdadeiramente cat&oacute;licas, iluminadas pela alegria do Natal: o que &eacute; a vossa alegria comparada &agrave; delas?</P>
<P>N&atilde;o vejais nestas palavras provoca&ccedil;&atilde;o, nem desd&eacute;m. Elas s&atilde;o muito mais do que isto.</P>
<P>S&atilde;o um convite para o Natal perene, que &eacute; a vida do verdadeiro fiel: "Christianus alter Christus" - o crist&atilde;o &eacute; um outro Jesus Cristo.</P>
<P>N&atilde;o, n&atilde;o h&aacute; alegria igual. At&eacute; mesmo quando o cat&oacute;lico est&aacute;, como Jesus Nosso Senhor, cravado na cruz...</P>
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